Lançamentos Bienal do Rio 2015
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Deanerys
Da doce brisa ressoar...
um novo cheiro se elevar
Há algo diferente no interior do meu coração.
Procurei o que é entre as árvores;
Por vastos bosques andei.
Perguntei para as flores o que era, mas elas
não me responderam.
Nos valados desta terra fui eu, em busca desse novo sentimento,
Um caminho ao qual ainda não havia prosseguido.
Nele encontrei planícies e outeiros, vales e montanhas,
onde eu pude me achegar e aconchegar.
Um sorriso afável se fez
quando uma voz foi ouvida.
Uma voz cantante,
Que vai logo adiante.
Uma voz como nehuma outra,
Que acalenta a alma.
Nesses dias vindouros, pensei que estivesses além mar,
Junto o crepitar das ondas
nas orlas oníricas com a aurora.
Quem dera eu a achasse dançando
sobre as ondas da praia.
Junto ao mar de areia e névoa que encanta os
olhos e os ouvidos.
Sempre tão perto dos meus olhos,
Mas tão longe de meus braços.
Uma distância lacerante...
Que separa nossas almas....
Assim é nosso ser...
Um anseio constante pelo acaso...
pelo acaso de algo mudar....
E quem sabe um dia...
. ....
...........
... .... ... .. ... ... ...nos encontrar!
quarta-feira, 27 de julho de 2011
PRA SEMPRE E SEMPRE
Quando a escuridão caiu por sobre o leito do mundo
Você pressentiu que era hora da sua partida.
O mundo pra você nunca mais foi o mesmo não é?
Por tudo que ele já lhe fez...
Você Poderá continuar assim? Deixe-me ajuda-la.
Dai-me seu coração!
E eu cuidarei dele com perfeição.
Dai-me sua devoção!
E dela farei nascer um jardim de prazeres;
O que você precisa é se desprender de seu passado.
Ouça o vento! E deixe-o afagar seus cabelos.
Os laços mais distantes já foram quebrados
Não há mais nada que te prenda ao chão.
Agora a doce inocência pode emergir;
Sem que aquele torpor volte cortante.
Dai-me seu coração!
E eu cuidarei dele com perfeição, (Confie em mim).
Dai-me sua devoção! E dela farei nascer um jardim de prazeres; (Viva a fantasia).
O que você precisa é se desprender de seu passado.
Ouça o vento! E deixe-o afagar seus cabelos.
As lagrimas que sempre caiam de seu rosto inundou minha alma,
Ela transformou o lago de prata (Doce inocência);
E agora o futuro se molda num porfiar onírico.
Vamos, meu amor! O abstrato caiu, apenas existe na lembrança.
Eu te dou meu coração! Pois seremos um só.
Eu te dou minha devoção! Faça a primavera chegar logo;
Esse sonho nunca acabará. (Pra sempre e sempre)
Num perfeito momento só nosso...
Ali nós existiremos e seremos apenas um.
Você pressentiu que era hora da sua partida.
O mundo pra você nunca mais foi o mesmo não é?
Por tudo que ele já lhe fez...
Você Poderá continuar assim? Deixe-me ajuda-la.
Dai-me seu coração!
E eu cuidarei dele com perfeição.
Dai-me sua devoção!
E dela farei nascer um jardim de prazeres;
O que você precisa é se desprender de seu passado.
Ouça o vento! E deixe-o afagar seus cabelos.
Os laços mais distantes já foram quebrados
Não há mais nada que te prenda ao chão.
Agora a doce inocência pode emergir;
Sem que aquele torpor volte cortante.
Dai-me seu coração!
E eu cuidarei dele com perfeição, (Confie em mim).
Dai-me sua devoção! E dela farei nascer um jardim de prazeres; (Viva a fantasia).
O que você precisa é se desprender de seu passado.
Ouça o vento! E deixe-o afagar seus cabelos.
As lagrimas que sempre caiam de seu rosto inundou minha alma,
Ela transformou o lago de prata (Doce inocência);
E agora o futuro se molda num porfiar onírico.
Vamos, meu amor! O abstrato caiu, apenas existe na lembrança.
Eu te dou meu coração! Pois seremos um só.
Eu te dou minha devoção! Faça a primavera chegar logo;
Esse sonho nunca acabará. (Pra sempre e sempre)
Num perfeito momento só nosso...
Ali nós existiremos e seremos apenas um.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
VIDAS ABSTRATAS
As pessoas vivem pela sombra de um quadro abstrato
Onde não há cor; apenas linhas imaginárias.
Fingem enxergar o azul do céu num crepúsculo de uma tarde vazia;
Mas o que veem são rostos desgastados, mentes cansadas.
O vento sopra e leva as coisas boas da vida
Fazendo ecoar vozes inocentes! Vozes negligentes!
E ainda expressam-se levianamente
Condescendentes às suas vontades podres e hipócritas.
Enquanto suas vidas seguem,
Cores profanas inundam as labutas de suas telas.
Noites mal dormidas! Vidas não vividas!
Fingem serem o que não são e vivem
Sonhos inacabados! Flashes desgarrados!
São alienadas pela própria vontade,
Cegos pelo caminho que seguem
Circundado por plumas de espinhos venenosos
Criados pelos seus desejos pervertidos e insaciáveis.
E quando algumas dessas máscaras caem
Rapidamente a inquisição se inicia,
E mais uma vez, uma “bruxa” inocente é queimada,
À vista de todos, que com olhares céticos.
Despejam todo ódio retraído ao réu.
E voltam às suas vidas abstratas e seguem suas linhas imaginarias.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
A essência do fantástico
Quando abrimos a mente e permitimos os sonhos tomarem conta da razão, o fantástico se transfigura para nós
tornando o impossível um ato sem sentido. Por isso não deixe de sonhar! Permita-se acreditar na verdade e sinta a esperança
reinar em seu coração... Imagine... Crie... Leia e se delicie com a magia das palavras.
A profecia de Leslienth... um blog da Saga de Éden.... um blog que te faz sonhar e te permite alcançar o impossivel através do fantástico!
terça-feira, 7 de junho de 2011
RESULTADO CONCURSO DE CONTOS
A votação terminou e o resultado do concurso de contos Dragões de Éter finalmente saiu...
________________________________________________________________
"RESULTADO DO CONCURSO DE CONTOS
VENCEDORES DO CONCURSO
Todos os jurados já votaram e Draccon acaba de
selecionar os três primeiros lugares, assim como duas menções honrosas.
Eis o resultado:
1º Lugar: SEM ROSTO .......................................... Jau
2º Lugar: O FORASTEIRO...................................... Marcos Monjardim
3º Lugar: COLCHA DE RETALHOS.......................... Regina
Menção Honrosa:
- A ARTE DA DEDUÇÃO............................................. Marcos monjardim
- EXISTÊNCIA DE ÉTER............................................. Moisés Suhet
Parabéns!"
_____________________________________________________________
Não ganhei o concurso, mas é de grande satisfação estar com Marcos Monjardim em 4º lugar! Obrigado a todos vocês, amigos leitores, que me apoiaram e avaliaram meu trabalho!
SELVA DE PEDRA
O tempo das horas da vida,
A vida sem tempo de horas.
As horas que são preechidas pelo som das turbas,
Milhares delas que desfilam aqui e acolá;
Ante e em meio a selva de pedra.
A selva de pedra do sentido da vida,
Pelo menos, para quase todo mundo.
Uma pedra que respiramos.
Uma selva em que moramos.
Assim é a cidade grande.
E na selva de tudo há:
Há leões que reinam, e devoram cidadãos;
Há macacos que roubam bananas das "árvores" ao lado;
Há flores que ataviam e perfumam a terra;
E há espinhos que desperfumam os rios.
Há pássaros gigantes, que sobrevoam casas de João-de-barro;
e há minhocas de trilhos que atrapalham a vida de muitos esquilos.
E em tudo; a vida é mantida.
Cada macaco no seu galho,
Cada um em seu canto, mas ao mesmo tempo tudo junto e misturado;
Na selva de pedra,
Na selva de pedra humana,
Onde vive um bicho chamado homem.
domingo, 29 de maio de 2011
PEREGRINO de Marcos Monjardim
Pessoal... tem lançamento no ar. Concedo-lhes a honra de conhecer Peregrino, um livro de Marcos Monjardim. Peregrino é minha proxima leitura e estou ansioso para que o livro chegue logo em casa. O lançamento é pela Multifoco e tem tudo para superar o esperado e atingir o fantástico. Leiam Peregrino!
Livro
"Estava frio. Havia deixado a janela de sua cabana mal fechada e o vento a abrira. No altar, imponente, a estátua do falcão peregrino encontrava-se sozinha. As urnas, as pesadas caixas, encontravam-se no chão. Estavam abertas e as cinzas misturavam-se. O vento ainda soprava. Um pequeno redemoinho se formou, carregando parte das cinzas. O vento as levava. Thiers sorriu e olhou novamente para o pequeno altar. O peregrino havia levado suas orações e trazia sua resposta. Não havia mais motivos para continuar na aldeia e era hora de partir".
Um sonho premonitório com casas suspensas em árvores; dois jovens de uma terra gelada se envolvem em uma contenda para decidir as ações de defesa de seu clã. Traição, intriga, amizade, romance, ódio e morte se alastrariam além das terras da Huega. Narnys, brantianos e baharans: vários povos envolvidos, e o peregrino como testemunha. O destino do clã mudaria a vida de todos arrastados nessa rivalidade e as conseqüências de seus atos poderiam mudar todo o mundo conhecido.
Livro
"Estava frio. Havia deixado a janela de sua cabana mal fechada e o vento a abrira. No altar, imponente, a estátua do falcão peregrino encontrava-se sozinha. As urnas, as pesadas caixas, encontravam-se no chão. Estavam abertas e as cinzas misturavam-se. O vento ainda soprava. Um pequeno redemoinho se formou, carregando parte das cinzas. O vento as levava. Thiers sorriu e olhou novamente para o pequeno altar. O peregrino havia levado suas orações e trazia sua resposta. Não havia mais motivos para continuar na aldeia e era hora de partir".
Um sonho premonitório com casas suspensas em árvores; dois jovens de uma terra gelada se envolvem em uma contenda para decidir as ações de defesa de seu clã. Traição, intriga, amizade, romance, ódio e morte se alastrariam além das terras da Huega. Narnys, brantianos e baharans: vários povos envolvidos, e o peregrino como testemunha. O destino do clã mudaria a vida de todos arrastados nessa rivalidade e as conseqüências de seus atos poderiam mudar todo o mundo conhecido.
domingo, 22 de maio de 2011
ENSEJO
Este foi um texto de escrevi para uma amiga muito importante. agora compartilho com vocês.
Para Deane com carinho
Há um doce brilho que ressoa pelo vazio todo o sentimento!
A criação da mente já se faz ausente dando lugar ao ontem.
Quando em meio a distância se entrelaça no desejo...
Um desejo almiscar e mirroso que acalenta a alma num átimo de segundo.
As folhas que caíram forraram o chão para você passar,
E quem sabe abrirá passagem até chegares a mim...
Busquei no sol e nas estrelas o caminho até você mas não o encontrei..
Mas sei que as águas do futuro se abrirão, revelando o oculto ...
E quem sabe até lá, quando da vinha brotar seu vinho
Ainda me conheças tão bem quanto hoje..
Pois és parte de mim ..doce inoscência!!!
Para Deane com carinho
Há um doce brilho que ressoa pelo vazio todo o sentimento!
A criação da mente já se faz ausente dando lugar ao ontem.
Quando em meio a distância se entrelaça no desejo...
Um desejo almiscar e mirroso que acalenta a alma num átimo de segundo.
As folhas que caíram forraram o chão para você passar,
E quem sabe abrirá passagem até chegares a mim...
Busquei no sol e nas estrelas o caminho até você mas não o encontrei..
Mas sei que as águas do futuro se abrirão, revelando o oculto ...
E quem sabe até lá, quando da vinha brotar seu vinho
Ainda me conheças tão bem quanto hoje..
Pois és parte de mim ..doce inoscência!!!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
AQUÁRIA
Feche seus olhos e escute a voz das águas.
Aqui em aquária onde as ondas sentem.
Vamos fale com elas!
Deixe os seres marinos te ajudarem.
No reino aquático as leis são outras.
Não importa essa coisa sem sentido
Que os humanos vivem,
Apenas a imensidão dos oceanos
E o doce toque da maré é o que realmente se releva.
Aquária! Solte sua fúria
Assim como fez com Atlantis.
A superfície merece seu castigo
Aquária! Cante em grande voz
Nos mares do sul onde os corais já nasceram
Seus súditos levantem seu tritão.
Desde seu despertar as águas se alegraram
Nos palácios de Khallium onde a correnteza nos leva;
Poderia você ser uma sereia?
Onde a magia pudesse ter algum efeito!
Aqui a escuridão do mundo não nos atinge
Porque aqui é Aquária
A cidade dos mil encantos
Temos nossa própria beleza
Que o mundo de vocês não pode alcançar.
Aquária! Solte sua fúria
Assim como fez com Atlantis.
A superfície merece seu castigo
Aquária! Cante em grande voz
Nos mares do sul onde as flores já nasceram
Seus súditos levantem seu tritão.
Aqui em aquária onde as ondas sentem.
Vamos fale com elas!
Deixe os seres marinos te ajudarem.
No reino aquático as leis são outras.
Não importa essa coisa sem sentido
Que os humanos vivem,
Apenas a imensidão dos oceanos
E o doce toque da maré é o que realmente se releva.
Aquária! Solte sua fúria
Assim como fez com Atlantis.
A superfície merece seu castigo
Aquária! Cante em grande voz
Nos mares do sul onde os corais já nasceram
Seus súditos levantem seu tritão.
Desde seu despertar as águas se alegraram
Nos palácios de Khallium onde a correnteza nos leva;
Poderia você ser uma sereia?
Onde a magia pudesse ter algum efeito!
Aqui a escuridão do mundo não nos atinge
Porque aqui é Aquária
A cidade dos mil encantos
Temos nossa própria beleza
Que o mundo de vocês não pode alcançar.
Aquária! Solte sua fúria
Assim como fez com Atlantis.
A superfície merece seu castigo
Aquária! Cante em grande voz
Nos mares do sul onde as flores já nasceram
Seus súditos levantem seu tritão.
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